Designing Graphic Presentations

Designing Graphic Presentations from First Principles é   a dissertação de mestrado de Michael Schiff, da Universidade da Califórnia, EUA. Esta dissertação descreve uma abordagem dos princípios de projetar automaticamente apresentações gráficas de informação. Os componentes desta abordagem incluem um quadro conceitual para discutir como codificar informações, algoritmos para determinar se um método de apresentação será capaz  de apresentar um determinado tipo de informação, design e princípios para garantir a interpretação e perceptiva eficácia de um método de apresentação.

Eis o abstract e a conclusão da pesquisa:

Abstract:

 “Compared with previous approaches to automatically designing presentations, the approach outlined in this dissertation is more fine-grained and more general. It begins with an extremely general notion of how graphic presentations can encode information, then develops this into a useful framework by making a number of explicit assumptions about the types of presentations that people can use. This framework serves as a basis for analyzing the space of possible graphical languages-i.e., the space of systematic methods of presenting data. The logical adequacy of different graphical languages for different types of information, and criteria and methods for composing graphical languages for different data are also explored”

 

Conclusions:

 “This dissertation presents a new approach to the problem of automatically designing graphic presentations. Based on the evidence presented in chapter 7, I think this approach can be considered a qualified success. As the examples of that chapter demonstrate, a system operating from first principles can be capable of designing a wide range of graphic presentations, including standard ones such as bar and network graphs, variations on these standards, and even rather complicated and unusual ones such as the graph of Napoleon’s Russian campaign. While a system making use of predefined languages can certainly be capable of designing standard presentations and some variations of these presentations, getting it to design unusual variations or new types of presentations will be difficult unless the techniques are known in advance and pre-programmed”.

 

 

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Hipermediaciones

Hipermediaciones é o novo livro do professor e pesquisador, Carlos Scolari, que debatemos esta semana no GJOL.  Nas palavras do autor, Hipermediaciones

“(…) no estamos simplemente haciendo referencia a una mayor cantidad de medios y sujetos sino a la trama de reenvíos, hibridaciones y contaminaciones que la tecnología digital, al reducir todas las textualidades a una masa de bits, permite articular dentro del ecosistema mediático. Las hipermediaciones en otras palabras, nos llevan a indagar en la emergencia de nuevas configuraciones que van más allá -por encima- de los medios tradicionales. Varios elementos diferencian a las “hipermediaciones” de las “mediaciones”. Aquí hablaré de uno de ellos: las formas de construcción de las identidades colectivas”

Scolari tem um blog onde trata exclusivamente sobre as questões que envolve o livro. Alguns gráficos que estão no livro e no blog do Scolari nos ajudam a entender melhor sua proposta de pesquisa.

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Books about visualizations

Tenho pesquisado sobre livros que tratem especificamente da visualização da informação, tratamento infográfico e  que de algum modo, relacione o design da informação com a tecnologia. Então, aqui vai alguns livros sobre a temática que venho estudando:

-Data Flow: Visualizing Information Graphic Design, Klanten et al. Analisa a evolução do fluxo de dados, introduz o alcance expansivo da inovadora concebida diagramas e apresenta um leque de possibilidades na abundante visualização de dados e informações. É uma bela coleção de alguns dos melhores exemplos da arte. Há um vídeo de apresentação do livro.

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Information Visualization: Beyond the Horizont, de Chaomei Chen, presta atenção especial aos avanços ao longo dos últimos 5 anos, e potencialmente frutíferos rumos à visualização da informação. É particularmente preparado para atender as necessidades dos profissionais. O livro é uma fonte valiosa para pesquisadores e estudantes. A nova edição é transmitida por Ben Shneiderman, da Universidade de Maryland.

 

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Visual Thinking: for Design (Morgan Kaufmann Series in Interactive Technologies), de Colin Ware. Este livro traz o que sabemos hoje sobre percepção, cognição, e transformados em conselhos concretos que os projetistas e profissionais podem colocar na prática.

Eis alguns propósitos do livro: 

. Apresenta o pensamento visual como um processo complexo que pode ser suportado em todas as fases de concepção específica utilizando técnicas.
. Inclui centenas de exemplos, muitos em forma de texto integrado e full-color diagramas.
. Fundada nos princípios da “visão ativa”, que vê desenhos gráficos como ferramentas cognitivas.

 

visual-thinkingInformation Visualization in Data Mining and Knowledge Discovery (The Morgan Kaufmann Series in Data Management Systems), de  Usama Fayyad, Georges Grinstein, Andreas Wierse-   Segundo os autores, é o primeiro livro a explorar o terreno fértil de unir dados e visualização de imagens, reunindo princípios em um novo conjunto de conhecimentos das  técnicas descobertas. Levando pesquisadores a partir dos campos de mineração de dados, visualização de dados, estatísticas e apresenta conclusões organizado em torno de temas introduzidos nos últimos dois workshops.  internacionais descoberta conhecimento e mineração de dados.  Este livro  introduz  os conceitos e componentes de visualização, os atuais esforços para incluir detalhes e visualização de dados na interação do usuário, e explorar o potencial para uma maior síntese de dados visualização de dados de imagem algoritmas e técnicas . info_datamining1

  –Information Visualization: Design for Interaction,de Robert Spence- Em sua segunda edição, Spence oferece aos leitores um livro didático sobre o crescimento rápido da área da visualização da informação. Sua ênfase é sobre exemplos do mundo real e aplicações de gerada por computador e visualização interativa. Este livro lida com conceitos e dados que representam de forma significativa. Dependendo do meio utilizado, as informações podem ser visualizadas em qualquer forma: estáticos (por exemplo, um gráfico em uma página impressa) ou formas dinâmicas. Este livro é adequado para cursos em visualização informação, interacção homem-computador, interação design e computação gráfica.

 

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Mais algum? 

 

Os princípios dos gráficos

 Chiqui Esteban, do blog Infografistas, elencou os princípios básicos de produção de gráficos, inspirado numa outra listasgem no blog Asi no son las cosas. A diferença é que os comentários são do próprio Chiqui:

1. Tener las mejores fuentes es y será siempre la clave
En el gráfico, que muchas veces es una explicación y no una noticia, esas fuentes son la documentación y los datos. Un gráfico on buenos datos y bien documentados tiene más de medio camino hecho.

2. Pero tienes que tener en cuenta que te copiarán en menos de 10 minutos: ofrece más y más, poco a poco
La infografía es también eso. Ofrecer contexto, dar detalles, el pequeño dato que por si mismo vale una página

 3. Escribe un blog, publica en Twitter, haz fotos pero, sobre todo, muestra lo que lees y quién eres
De acuerdo, esta no es extrapolable al gráfico de manera individual más allá de lo que lo es como parte del periodismo.

4. Tus lectores no sólo quieren que les cuentes cosas, buscan recomendaciones: enlaza y comenta
Por eso es bueno indicar en los gráficos cuales son las fuentes de donde se ha sacado la información y cómo saber más sobre el tema. Es un valor añadido.

5. Mete la pata; aprende a rectificar
Como en cualquier tema en la vida…

6. No esperes, busca
La sección de infografía tiene la obligación de ser proactiva. No puede quedarse sentada esperando que los redactores vengan a pedir gráficos. Hay que proponer, pensar… En definitiva, trabajar como una sección más del periódico, no un servicio.

7. Aprovecha el trabajo de los demás, di que no es tuyo y utilízalo
Siempre que dejes claro de donde tomas la información esta bien aprovecharla. Con tal de no engañar, no hay que privar a nuestro lector de una buena información.

 

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8. Lo automático funciona, pero un buen editor siempre aporta mucho
No seas un simple traductor visual de los datos que te llegan para hacer los gráficos. Intenta aportar algo a la información, ir siempre más allá.

9. Si no tienes exclusivas, edita: fotos, apoyos, sumarios, todo vale para que te lean más y mejor
Si sabes que es una información que todos van a llevar al día siguiente, intenta darla de una manera distinta, mejor, ir un paso por delante de los demás aunque sea en la forma de presentar los datos. No es importante quien da primero la información, es el primero que lo da bien (esto último no recuerdo quien me lo dijo, pero no es cosa mía).

10. ¿Puedes salir a la calle bien equipado? Hazlo. ¿No puedes? Rastrea la Red
El infografista no puede quedarse pegado al sillón. Como cualquier redactor debe intentar acudir allí donde se produce la noticia para recopilar datos.

11. No vayas a ruedas de prensa, lo interesante siempre está fuera
El equivalente infográfico a las ruedas de prensa son los informes con mil grafiquitos. Interprétalos, cruza los datos, mézclalos con otros de fuera para ver si son reales. No te quedes sólo con lo que te quieren dar desde el departamento de prensa. Una vez más: hay que ir más allá.

12. Los amigos están para ayudarte, aprovéchate pero compénsales
Esta traducción al gráfico está pillada por los pelos, pero esta bien decirlo. ¿Tienes un amigo médico? Mándale tu gráfico sobre el cáncer de estómago antes de publicarlo para asegurarte que no dices una burrada. ¿Tú gráfico puede ser algo complicado? Enséñaselo a alguien que no tenga nada que ver con el tema a ver si lo entiende bien. Las madres son una críticas feroces y muy útiles.

13. Nunca mientas ni exageres si no es necesario: deja que la realidad te estropee un buen titular
Mantén las escalas en las gráficas. Quizá la realidad no sea espectacular. Pero es la realidad y es lo que se supone que estamos contando. Que no se suela hacer no es que esté bien.

14. Como tú hay miles. ¿Qué tienes diferente? Explótalo
Es la base de todo lo que hemos contado antes.

Visualização 3D do espaço semântico

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 O Sioc.me é uma ferramenta interativa de visualização de dados semânticos no espaço tridimensional. Tudo em tempo real. O projeto foi originalmente submetido para entrar o Boards.ie SIOC Data Competition, que há mais de 10 anos vem discutindo sobre como inovar na apresentação dos dados de uma maneira atrativa.  

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Veja vídeo demonstrativo do projeto 

A visualização permite que um usuário possa escolher um fórum que está no boards.ie e explorá-lo dentro de um espaço 3D em todo diferentes configurações espaciais (isto é, carrossel, Linear, Stacked, Random ou Grid).

Mapa: visualização das emoções

O artista e designer Christian Nold que possui vários trabalhos com mapeamento, está com um novo projeto, também em forma de mapeamento:  realiza mapas das cidades, segundo a “emoção geográfica”, que ele denomina de Biomapas. Nold usa uma técnica chamada de ‘biomapping’ onde os participantes estão conectados em um aparato vestível,  e que mede a resistência da eletricidade da pele. O sistema é conectado a sistema está conectado por GPS, onde por ele se pode localizar o mapa em resposta ao sentimento revelado. 

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São várias cidades contempladas com o projeto, entre elas, o Rio de Janeiro. 

 

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mapa Rio

Cabe ressaltar que o que está em jogo, contudo, não é o aspecto geográfico presos em coordenadas geográficas, longitude ou latitude, mas os sentimentos que temos com aquele lugar, qual relação com o espaço urbano e quais sentimentos são sentidos ou depositados no dia-a-dia- que muitas vezes, passam despercebidos.