Criando infográficos na web

O site wwwhat’s news compilou alguns aplicativos para a criação de infografia, gráficos, diagramas, mapas. Bem interessante e vale a pena uma “mexida”.

Acrescentando esta lista, tem o Chartle que também produz infográficos on line.

Experimente!

Até amanhã.

profa. Adriana Alves

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A Arte funcional, por Alberto Cairo

Alberto Cairo disponibilizou, em sue twitter, o esboço, índice e introdução do seu novo livro “A arte funcional: infografia e visualização da informação”, com data prevista para o lançamento no final deste ano. A seguir o índice do livro:

Índice. ……………………………………………………………………………..8

Introducción: infografía y visualización. …………………………………………..12

Parte 1: Fundamentos. ………………………………………………………………………18
Capítulo 1 – Por qué visualizar: de la información a la sabiduría. …………………….20
Capítulo 2 – Forma y función: la visualización como tecnología. ……………………..38
Capítulo 3 – La paradoja de la belleza: arte y eficacia comunicativa. ………………..58
Capítulo 4 – Exposición, exploración y el desafío de la complejidad. ………………..86

Parte 2: Historia………………………………………………………………………….104
Capítulo 5 – Aquí hay dragones: sobre los orígenes de los mapas. …………………106
Capítulo 6 – Luces de la razón: el nacimiento de la ilustración científica. ………122
Capítulo 7 – Un ingeniero escocés y un siglo de revoluciones. ………………………136

Parte 3: Cognición. ……………………………………………………………………………..158
Capítulo 8: El ojo y el cerebro visual………………………………………………………..160
Capítulo 9: La percepción no sentida. ………………………………………………………178
Capítulo 10: Imágenes en la mente. ………………………………………………………….196

“A informação nunca pode depender do design”

Informação, coneito e design. O que tem haver esta tríade? Tudo. Pelo menos para David McCandles, designer inglês e editor do site Information is Beautiful, que se dedica a visualização de dados na web. Aqui, reproduzo na íntegra uma entrevista com ele no Link, do Estadão.

Se fosse possível representar em uma imagem a mente de David McCandless, jornalista, autor e designer inglês que se tornou um dos principais nomes de uma tendência chamada de visualização de dados, seria uma ilustração em que cada forma e cor teria um significado baseado em dados coletados cuidadosamente. McCandless trabalha com mídia impressa há 25 anos e há um ano é considerado – inclusive por ele mesmo – como o precursor desta e uma nova tendência definida como “dataviz”.

David descreve a visualização de dados como a transformação de padrões, números, estatísticas e ideias que estão ao nosso redor em imagens que contam uma história.

“O objetivo final, para mim, é retirar o véu de algumas conexões que estavam encobertas pelo excesso de informação que às vezes não conseguimos interpretar”, explica. “O que eu faço é deixar que, por um momento, essas imagens revelem mais do que os seus números sozinhos fariam. E quando a informação é interessante, ela se torna bela.”

Foi o excesso de informação que o levou a criar seu primeiro dataviz, enquanto organizava uma extensa pesquisa para uma matéria sobre criacionismo e teoria evolutiva. Imerso em pilhas de papel, dezenas de abas abertas no navegador e muitos post-its, ele se perguntou como poderia agrupar aquilo tudo de forma coerente. “Desenhei um diagrama para me ajudar a entender a cartografia do que estava pesquisando. Quando ficou pronto, olhei bem para aquilo e disse a mim mesmo: ‘Ei, isso funciona!’. Animado, chegou a sugerir a publicação do mapa em vez da própria matéria – o que quase lhe custou o emprego. Mas foi a partir desse rabisco, inicialmente imaginado em um guardanapo, que David descobriu seu talento em contar histórias por meio de imagens. “Fiquei tão encantado com a ideia que comecei a olhar para as minhas pilhas de anotações de outra maneira”.

O jornalista passou os seis meses seguintes juntando números e estatísticas sobre toda espécie de assunto em planilhas sem ter muita certeza do que faria com aquilo. Pressionado por sua agente para desenvolver um projeto para editoras interessadas em seu trabalho jornalístico, David mencionou a ideia de criar um livro visual baseado em mapas de informação. “Parecia uma ideia estúpida porque eu não tinha nada para mostrar além de um mar de números, mas mesmo assim ela me pediu para fazer uma proposta para os publishers, e eu fiz”. Em menos de uma semana, três editoras brigavam pelo seu projeto. Depois de três meses de negociação (e um excelente contrato), ele ainda não acreditava que aquilo tinha virado um emprego. Em fevereiro de 2010, McCandless publicou Information is Beautiful (A informação é bonita, sem previsão de lançamento no Brasil), pela poderosa editora Harper Collins, do grupo News Corp.

Meticulosamente organizado, David é do tipo de pessoa que anota tudo o que pretende fazer, ler e checar. Consumidor quase compulsivo de RSS , apaixonado por games desde a adolescência, é autodidata em todos os seus ofícios. “Sempre fui péssimo aluno, não fiz faculdade e larguei os estudos aos 19 anos. Gosto de aprender na prática, e acho que sou bom nisso”. Depois de anos de redação e cansado de escrever, aventurou-se na criação de sites quase como um hobby e nessa época descobriu softwares que hoje o ajudam a criar os seus desenhos. “Trabalho quase sempre sozinho e uso o Ilustrator, mas às vezes só um papel e uma caneta resolvem uma ideia solta”, explica. O que torna o seu trabalho mais do que um belo livro de mesa é a maneira como lida com a matéria prima de seus dataviz.

“A informação nunca pode depender do design e, por isso, a criação visual só aparece quando a pesquisa já está feita. O caminho é de baixo pra cima”.

Seminário de Design da Informação

“Referencia nacional en el campo periodístico, el Seminario de Diseño de la Información (SDI), organizado por la Cadena Capriles, se realizará por quinto año consecutivo los días 22 y 23 de junio de 2011 en las instalaciones de Corp Banca, en Caracas.

Se trata de un evento único en Venezuela, pues reúne durante dos días a expertos internacionales y nacionales, que compartirán sus experiencias y reflexiones sobre las últimas tendencias en el diseño de la información, con especial énfasis a temas como el diseño periodístico, la inforgrafía, los adelantos tecnológicos que permiten el desarrollo de nuevas maneras de contar la noticia, así como un tema que hoy se debate en todas las redacciones de los periódicos: la integración editorial.

Entre las personalidades internacionales que estarán presentes en el SDI 2011 se encuentran Mario Tascón, pionero en la creación de las versiones digitales de medios en España y director del equipo que está desarrollando el Manual del español para Internet, redes sociales y nuevos medios; Germán Pizarro, jefe de infografía del diario Marca, el de mayor circulación en España, y ganador de numerosos reconocimientos por la Society of News Design; Gabriel Sama, periodista mexicano especialista en el tema de integrar las nuevas tecnologías con las necesidades informativas de los medios; Ernesto Cortez, de El Tiempo de Colombia, quien abordará los retos de la integración multimedia en este grupo editorial; Pedro Fernandes, jefe de arte del diario i de Portugal, considerado por la SND como el mejor periódico diseñado en el mundo en 2010; y, finalmente, a Francesco Franchi, jefe de arte de la revista italiana IL, que está causando sensación por su diseño y planteamiento gráfico

Por Venezuela, los ponentes incluyen a la profesora Daniela Artigas, quien hablará sobre Herramientas 2.0 vs. Periodistas y Webs en transición; Marianne Robles, a cargo de la ponencia sobre documentación y memoria colectiva en entornos digitales; Gabriel Torrelles y Augusto Perdomo, co-fundadores de la página web Planetaurbe.tv; Juan Carlos Solórzano, especialista en narrativas audiovisuales en la web;

Los precios de las inscripciones (con IVA incluido) son de Bs. 1000 para estudiantes, Bs. 1.300 para profesores universitarios y Bs. 1.800 para público general.

Si desea más información sobre el Seminario de Diseño de la Información 2011, está pendiente de la sección de Noticias en nuestra página web www.disenodelainformacion.com.ve. También puedes seguirnos en Twitter a través de la cuenta @SDI_2011