Agosto 14, 2009

Artigos sobre infografia

nacional2009

Com a proximidade do Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares,que ocorre no período de 3 a 7 de setembro, em Curitiba, destaco dois papers que abordam a infografia como objeto de análise:

“A infografia como representação visual da notícia da tragédia do voo 4471″, de Itanel Quadros (Universidade Federal do Paraná).

Resumo: O artigo trata da notícia da tragédia do voo 447 e de como ocorreu a sua reprodução visual e sequencial – na forma de infográficos – em alguns jornais brasileiros, espanhóis e estadunidenses. Destaca que as soluções gráficas propostas pelos infografistas para os diversos aspectos dessa tragédia não permitiram, a priori, uma apuração mais precisa. As configurações iniciais se basearam em dados esparsos de fontes oficiais e conjecturas de especialistas aeronáuticos e meteorologistas, acrescidas da criatividade dos profissionais que complementaram suas elaborações visuais com informações geográficas e geológicas da região onde se deu o desaparecimento do avião. O material infográfico foi analisado a partir de conceitos expostos por Valero Sancho e Peltzer.

E

“Os nomes das coisas: em busca do especial multimídia” , Raquel RitterLonghi (Universidade Federal de Santa Catarina)

Resumo: Os chamados “especiais multimídia” reúnem em um mesmo ambiente a linguagem textual, sonora e visual, constituindo-se em formatos noticiosos completos, com autonomia enunciativa. Apesar de considerados formatos inovadores do ponto de vista do uso da linguagem hipermídia, esses produtos ainda estão “escondidos” nos sites
jornalísticos, sendo poucos os casos em que são localizáveis na estrutura do site noticioso. Este artigo tem o objetivo de colaborar para a definição do formato “especial multimídia”, verificando o espaço que ocupa este tipo de produto em alguns sites, e agregando elementos para a definição da sua linguagem, a partir de uma verificação dos conceitos de “multimidialidade por integração” (Ramón Salaverría, 2005) e intermídia
(Longhi, 2008).

Os papers, relevantes para o estudo da infografia,traz novos olhares sobre o tema, e não ficam presos à  um panorama superficial ou revisão de literatura sobre a temática. E estão disponíveis no site da Intercom.

Leiam!

Agosto 4, 2009

Entrevista: infografia, base de dados e jornalismo digital

Leitores,

Reproduzo aqui parte da  entrevista concedida à Yuri Almeida, do blog Herdeiro do Caos, em que a pauta versou sobre a tríade infografia em base de dados- jornalismo digital- bases de dados, fruto da minha pesquisa atual. Esta entrevista foi motivada, principalmente, através do último post, na qual delineio algumas reflexões e apontamentos no que se refere à infografia.  Segue abaixo:

O post da Adriana A. Rodrigues*As bases de dados na infografia interativa:algumas reflexões” levantou algumas questões sobre a temática. Se a palavra-chave do ciberjornalismo é a multimidialidade, a infografia deveria ser melhor aproveitada e utilizada pelos jornais, ou não? Essas e outras perguntas Adriana Rodrigues responde abaixo.

Yuri Almeida – Em seu post você argumenta que os infográficos datam das primeiras pinturas rupestres, mas as novas tecnologias e a Internet potencializaram a sua utilização, principalmente nos jornais. Quais as principais mudanças que você destacaria deste processo?

Adriana RodriguesAs pinturas rupestres, dentro da literatura infográfica, simbolizam os primeiros indícios da comunicação visual como um todo. A necessidade de comunicar-se, independentemente do suporte, é algo inerente ao ser humano, seja através de gestos, gritos, gravuras, etc.

Trata-se de um ponto de partida para pensar na evolução dos infográficos ao longo do tempo, onde as imagens sempre fizeram-se presente, de uma forma ou de outra. O desenvolvimento tecnológico, com softwares voltados para conferir qualidade e tratamento da imagem gráfica foi muito importante para que a infografia chegasse a este formato hoje. A década de 1980, por exemplo, vai assinalar como a consolidação da infografia mundial, difundida pelo jornal americano USA Today, onde houve o destaque da imagem gráfica enquanto discurso jornalístico. Daí, tem-se, na imprensa, a grande efervecência do jornalismo cada vez mais visual.  Quando a infografia migra para Web, ela potencialmente agegra as características do ambiente: é multimídia, interativa, tem atualização contínua,etc. A infografia na Web comporta toda a multimidialidade que a impressa não comporta, devido a característica do suporte. Esta é a principal mudança. Mas  também é preciso que o infografista saiba operar toda essa multimidialidade.

Concordo com o Andrew DeVigal,editor de Multimídia do NYTimes, quando ele afirma que um bom infográfico depende de uma boa história, mas que senão souber utilizar o ferramental tecnológico, não adianta produzi-lo. Penso que uma coisa está intimamente ligada a outra. São intercambiáveis. É evidente o conteúdo do infográfico – e aqui me refiro ao infográfico jornalístico – tem de estar coerente com os aspectos inerentes do jornalismo para constituir-se como tal, porém, não há dúvidas que o aparato tecnológico alavancou para a sua consolidação.

YA – Qual a definição de jornalismo de base de dados (ou banco de dados) e a sua relação com os infográficos?

AR – Suzana Barbosa, membro do GJOL e atual professora da UFF, define assim o  conceito de Jornalismo Digital em Base de dados como  aquele que tem como padrão as bases de dados para a estruturação, edição,apresentação do material jornalístico como todo,  além do o enquadrá-lo como na transição da terceira para a quarta geração dentro do jornalismo digital. Ou seja, as bases de dados instauram um novo paradigma, por suas especificidades e potencialidades, o que provoca a criação de produtos jornalísticos digitais dinâmicos.

A infografia mantém estreito vínculo com o jornalismo digital, quando no momento em que o jornalismo praticado na Web avança nas potencialidades, a infografia vai neste bojo, amadurecendo e se sofisticando. No momento atual,  nota-se claramente que a inserção das bases de dados se fazem presentes nas infografias interativas, percorrendo caminho natural dentro da evolução da história do jornalismo digital. É o que tento mapear na minha pesquisa de mestrado (em fase conclusiva): A emergência das bases de dados nos infográficos, delimitar suas características, especificidades, funções e potencialidades, etc.Constitui-se numa nova modalidade de produção de infográfico que tem como principal referência o The New York Times, jornal que mais investe em infografias em base de dados atualmente, fato este que outros jornais como o El mundo, USA Today, entre outros, vem aderindo esta prática.

YA - O tempo dedicado à leitura dos jornais na Web e no impresso é cada vez menor. Alguns pesquisadores acreditam que o uso de infográficos, por exemplo, é uma alternativa para atrair a atenção dos leitores. Você acredita nesta afirmativa?

AR – Se formos olhar bem a história da humanidade,vemos que, de uma forma ou de outra, a imagem esteve associada com as palavras. Não é atoa que o pesquisador espanhol Manuel De Pablos afirma, categoriacamente, que sempre houve infografia na história humanística, como debatido na primeira pergunta, pelo fato do aspecto visual ser um dos chamariz para os leitores. As pessoas têm curiosidade de “ver” como os fatos acontecem, e isso os jornais tem de resolver de alguma forma. Os infográficos cumprem esta função, de reconstituir algum fato de grande impacto, como a gripe suína, por exemplo, explicar como tal coisa funciona,etc, etc, etc.

Acredito que não só atrair o leitor, mas servir como instrumento de análise em profundidade. Este é um dos aspectos que tento compreender na minha pesquisa.

Íntegra da entrevista.

Julho 29, 2009

As bases de dados na infografia interativa:algumas reflexões

Antes de mais nada, é preciso um esclarecimento que permitirá a compreensão do que defino de Infobases. A infografia, nos moldes como conhecemos hoje, não é produto meramente da informática, das tecnologias digitais e dos softwares em constante mutação e desenvolvimento. Muito antes do aparato tecnológico tornar os infográficos com maior qualidade técnica, tratamento na imagem gráfica, permitir animação, imagens em 3D, é fato que já há indícios de infográficos desde as pinturas rupestres, nos vasos mesopotâmicos, no ideograma chinês, etc, e em diferentes suportes para a transmissão da mensagem. Isto é, de alguma maneira, a imagem estava ligada como forma de comunicação sobre determinados fatos em seus respectivos contextos.

Ao longo do tempo, as primeiras infografias foram aparecendo em periódicos da época, desde o século XV, XVI sobretudo os mapas, onde retratavam os conflitos bélicos e militares daquelas épocas.  Mas o apogeu aconteceria na década de 1980, influenciada pelo jornal americano USA Today, e, entre outros fatores, a introdução do Macintosh da Apple, programas de editoração eletrônica para a sofisticação da imagem gráfica, etc, que a produção sistemática e a valorização da infografia enquanto discurso visual jornalístico se consolida na imprensa mundial. Para as infografia na Web, o grande boom ocorre nos atentados a 11 de setembro, quando já se dispunha de um ambiente favorável: a informatização das redações, conexão banda larga, desenvolvimento do aplicativo Flash para que as imagens simulassem um cenário de hiperrealidades.

info_guerra do golfo

Da mesma forma, as Bases de dados é algo que sempre existiu nas redações jornalísticas. Entendidas como repositório de informações ou “material de arquivo”, as Bds se tornaram comuns na década de 1960,quando os principais jornais tinham em suas redações uma “sala” para que esse calhamaço de informações fosse armazenado. Constituia-se de uma base de dados (ou banco de dados) do tipo analógica, com espaço físico estruturado para a recuperabilidade daquela informação.  Nesta época, que o termo “database” tornou-se comum, principalmente nos Estados Unidos, e consenquentemente, Europa,e  depois, ficou bastante conhecida mundialmente.  O processo da informática e o surgimento dos computadores fizeram com que a sistamática da estocagem e organizar, recuperar, classificar e recuperar as informações fosse reconfigurada, cujo papel não é mais de simples “arquivamento de material morto”,mas sim, de servir como ferramenta para produção jornalística de  conteúdos orginais e dinâmicos.

Estaríamos falando, contudo, de uma quarta fase dentro do jornalismo digital, que seria este tipo de jornalismo em que as Base de dados cumprem uma função essencial para a criação de novas peças informativas. Suzana Barbosa, membro do GJOL e atualmente professora da UFF, propõe o modelo de Jornalismo Digital em Base de Dados- JDBD, na qual argumenta que as BDs se constituem como padrão para a estruturação, edição,apresentação do material jornalístico, além do o enquadrá-lo como na transição da terceira para a quarta geração dentro do jornalismo digital.

Em percurso similar, a infografia também incorporou as bases de dados nas suas produções, o que conferiu uma maior densidade informativa, interatividade, dinamismo e atualização contínua – para citar alguns desdobramentos – e, a colocou num patamar diferenciado das demais produções infográficas, cuja  novidade está na junção de ambas as temáticas.
Este tipo de infografia em base de dados funciona, entre outras características, como um instrumento de análise da informação, distinto do que a literatura sobre infografia apregoava: de ser uma leitura rápida e simples de ser compreendida. As bases de dados enquanto elemento-chave destas infografias, produzem rupturas do ponto de vista de produção, edição, apresentação, compreensão e consumo do relato noticioso, porque oferecem mais recursos de análise e profundidade da informação jornalística ,através do entrelaçamento de dados.

O marco teórico para que este panorama da infografia em base de dados fosse desenhado ocorre em 2007, durante a premiação do Malofiej – o oscar mundial da categoria. O The New York Times ganhou a medalha de ouro com o gráfico Sector Snapshot: Retailing. Tratava de um infográfico na qual as bases de dados se sobressaiam dentro daquela estrutura infográfica com atualização contínua.

snapshot_nytimes

A partir daí, o jornal americano tornou-se a principal referência e fonte de inspiração hoje quanto à infografia, sobretudo, valorizando as bases de dados em diversos modos de visualizar a informação. Cabe ressaltar aqui que as formas de produção infográficas continuam existindo, calcadas em elementos multimídias (texto, foto, áudio, vídeo, imagens em movimento). Acredito que estas formas simbióticas continuam convivendo num mesmo ambiente, produzindo rupturas e continuidades, pois não há modelo canônico, fechado de fazer infográficos, sobretudo, marcado pela mutabilidade e efemeridade dos aplicativos disponíveis na Web.

Julho 27, 2009

Infográficos nas capas

blog_infosCapas

O Eduardo Tesser, do Mídia Mundo, levanta a questão: Por quê não há investimentos de infografias nas capas dos jornais  nacionais?

Sim, as infos não só garatem uma boa capa como atraem a atenção do leitor. De acordo.

Julho 18, 2009

A essência da visualização da informação

Vídeo que aborda os elementos essenciais da visualização da informação.

AR.

Julho 18, 2009

Infografia- a lista contínua

Em virtude da publicação do post “Infografia- A lista definitiva”, o  blog Webmania 2.0 mais uma vez repete o feito e publica a segunda parte da produção infográfica pelo mundo. Bem que essa lista poderia se chamar: “Infografia – a lista contínua”, devido ao processo de produção e atualização dos infográficos. Segundo o blog,

“O post encontra-se dividido em 6 páginas com 10 infografias por página mas há, como de costume, a hipótese de visualizar todos os trabalhos numa só página bastando para isso escolher essa opção no menu colocado no fundo de cada página do post. O clique em cada imagem abre a infografia no seu local de origem”.

conversationprism

info: “The conversation prism”, by  Brian Solis and Jess3.

info_caféinfo: “Coffe Drinks illustred” by Lokesh Dhakar

Junho 24, 2009

Workshop de infografia em Portugal

workshop infografia em portugalNos dias 16 e 17 de julho, Portugal sedia o I Workshop de Infografia Digital, evento que destina-se a discutir as potencialidades da narrativas online, sobretudo através dos infográficos.

Será ministrado por Aitor Eguinoa e Xáquin Gonzalez, atual editor de gráficos do NYTimes. Xocas, como é conhecido, falará sobre visualização interativa de dados mostrando exemplos do NYTimes, referência para estes tipos de visualizações complexas.

O workshop é organizado pelo Universidade do Minho e coordenado por Nuno Vargas.

Programação completa

Via Infografando

Junho 10, 2009

Bibliografia de Jornalismo Visual

Compartilho com vocês, um conjunto de blogs, sites e afins que envolve o jornalismo visual. Trata-se de uma seleção bem pessoal de links que me serve como fonte de inspiração e conhecimento.
jornalismo visual_FOTO
AEJMC Visual Communication Division
http://aejmc.net/viscom/

BFD: Best Front Design
http://www.bestfrontdesign.com/

Charles Apple
http://www.visualeditors.com/apple/

College Front Page
http://collegefrontpage.com/

Color Marketing Group
http://www.colormarketing.org/Color Matters
http://www.colormatters.com/entercolormatters.html
Design Management Institute
http://www.dmi.org/dmi/html/index.htmDesign with Reason
http://www.ronreason.com/

DeVigal Design
http://www.devigal.com/

The Font Bureau
http://www.fontbureau.com/

Garcia-Media (Mario Garcia’s Blog)

http://www.mariogarcia.com/

History of the Society of News Design
http://www.snd.org/about/history.htmlInteractive Narratives.org
http://www.interactivenarratives.org/
National Press Photographers Association
http://www.nppa.org/Newsdesigner.com
http://www.newsdesigner.com/

News Page Designer
http://www.newspagedesigner.com/

News University (Poynter/Knight Foundation)
http://www.newsu.org/

Nigel Holmes / Explanation Graphics
http://www.nigelholmes.com/

Poynter Online’s “Color, Contrast & Dimension in News Design”
http://poynter.org/content/content_view.asp?id=2711

Poynter Online’s Design/Graphics Resources
http://poynter.org/subject.asp?id=11

Poynter Online’s Design/Graphics Tip Sheets
http://poynter.org/content/content_view.asp?id=31883

Poynter Online’s “Eyes on the News
http://poynter.org/column.asp?id=33

Poynter Online’s EyeTrack III (2004)
http://poynterextra.org/eyetrack2004/

Poynter’s Online’s EyeTrack07 (2007)
http://eyetrack.poynter.org/

Poynter Online’s Photojournalism Resources
http://poynter.org/subject.asp?id=29

Poynter Online’s Photojournalism Bibliography
http://poynter.org/content/content_view.asp?id=1214

Poynter Online’s Stanford-Poynter 2000 EyeTrac Project
http://www.poynterextra.org/et/i.htm

Poynter Online’s “Visual Voice”
http://www.poynter.org/column.asp?id=47

Society for News Design (and Update Blog)
http://www.snd.org/

SND: Estonia
http://www.newsdesign.eall.ee/

SND: France
http://www.snd-fr.org/

SND: Germany
http://www.snd-dach.de/

SND: Latin America
http://www.sndlatina.org/

SND: Scandinavia
http://www.snds.org/

SND: Spain
http://www.snd-e.org/

SND: Student Chapter: Michigan
http://snd.jrn.msu.edu/

SND: Student Chapter: Missouri
http://www.missouri.edu/~jourdrm/

Society of Illustrators
http://www.societyillustrators.org/

Society of Publication Designers
http://www.spd.org/

SportsDesigner.com
http://sportsdesigner.blogs.com/

Tips from SND’s Infographics Quick Course at Poynter
(PDF file, 2006)
http://www.snd.org/pdf/UPDATEextra.pdf

University and College Designers Association
http://www.ucda.com

Visual Edge
http://www.visualedge.org/

Visual Editors
http://www.visualeditors.com/

Junho 7, 2009

Exemplos de visualização de dados

A visualização de dados encarrega-se de rearrnajar e reorganizaro fluxo informacional para que  este torne-se mais compreensível e com grau de ordenação suficiente para o entendimento do material noticioso.

No bojo deste entendimento, o site Webdesigner  Depot” mostra 50 grandes exemplos de visualização de dados na Web, versando sobre diferentes temáticas. Um pacote de visualizações ricas de imagens e informações.

info_blog

Junho 1, 2009

Intercâmbio infográfico – PROCAD

Como intercâmbio de pesquisa,via PROCAD, estive a semana passada em Florianópolis, no campus da UFSC. Como atividade,participei da reunião com o pessoal do NUPEJOC, em que houve um debate sobre o livro La infografia periodística, da Guillermina Álvarez (2005). Alguns pontos a destacar:

- O livro faz uma revisão de literatura sobre a infografia, expondo os conceitos principais  dos clássicos da infografia, como DePablos  e Peltzer, basicamente.

-Enfatiza a infografia on line e discorre sobre as infografias da Espanha, sobretudo destacando o jornal espanhol El Mundo, um dos jornais referência na área.

-Há dois fatores que contribuíram para a infografia na Web – embora a autora menciona superficialmente : o surgimento da banda larga e a digitalização. São momentos chaves para que a infografia produzida para a Web agregasse as características do novo ambiente, e simulasse um cenário de hiperrealidade.

-O livro, no geral, contribui mais para o alargamento da revisão bibliográfica da área, relevante para quem pesquisa os infográficos. Tem que passar pela história.

Pude conhecer uma pitadinha os bastidores do Jornal Labaoratório Zero, onde há produção de infográficos impressos nas matérias produzidas pelos alunos, desde o rascunho do storyboard até o produto final.

Por fim, tive orientações e discussões com o professor Elias Machado e da Tattiana Teixeira sobre a minha dissertação. Agradeço imensamente a atenção e apontamentos que me nortearam e vão enriquecer ainda mais minha pesquisa.

Registro aqui também a companhia e o diálogo informal,  Raquel Longhi, professora de lá que tive oportunidade de conhecer e dialogar ainda no Intercom/2008, em Natal. Obrigada Raquel pela companhia, pelo café e pela atenção carinhosamente destinada a mim. Espero poder encontrar-te mais vezes em muitas outras oportunidades. :-)

Bem, foi um intercâmbio produtivo.  Na bagagem, muitas idéias maturadas, fervilhando para colocar no papel, leituras que já comecei a fazer e tantas outras que virão.

P.S:Porque, escrevendo este post, esta música veio em minha mente e por que estava frio em Florianópolis,  choveu uns dias. Essa música me faz lembrar dias chuvosos que  me inspiram a escrever….